
Bilionários em Miami não compram um lote. Compram o vizinho também
Um padrão silencioso entre compradores ultra-ricos está reduzindo o estoque real de terrenos waterfront premium em Miami — e reposicionando preços para todo o segmento de ultra-luxo.
O mercado de luxo de Miami, decodificado para o comprador brasileiro. Dados, tendências e opinião — na Brickell, no Edgewater e nas regiões que importam. Por Thiago Costa.

Um padrão silencioso entre compradores ultra-ricos está reduzindo o estoque real de terrenos waterfront premium em Miami — e reposicionando preços para todo o segmento de ultra-luxo.

Ken Griffin comprou silenciosamente todas as 138 unidades do Solaris na Brickell por US$ 125 milhões em três anos. Entenda a lógica dos bulk buyouts e o que acontece com o valor das unidades quando um comprador acumula em silêncio.

Entregas, topping-off e novas aprovações redesenham o estoque luxury de Miami-Dade. O mercado não parou — ele acelerou em direções específicas que valem atenção.

Um penthouse no St. Regis Residences Brickell foi contratado por US$ 47 milhões — US$ 4.694 o pé quadrado em pré-construção. O número importa menos do que o que ele diz sobre a Brickell de 2027.

Miami-Dade registrou US$ 3,2 bilhões em vendas para compradores estrangeiros em 12 meses — alta de 39% ano contra ano. O que esse número diz sobre onde o capital global está colocando sua confiança.
Português, inglês ou espanhol — direto com quem entra nos prédios.
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